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Educadores criam horta em formação continuada

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Os conceitos da permacultura abriram as duas semanas de formação continuada deste semestre. O módulo foi ministrado pela educadora Carol Furlan, que compartilhou com os colegas a sua experiência e a conexão que enxerga entre a permacultura e os ideais e valores que a escola promove.

Mas, afinal, o que é permacultura? A educadora começou o módulo contando sobre sua experiência na área e explicando o surgimento desse movimento, que tem como foco a construção de ambientes humanos sustentáveis e em harmonia com a natureza. “Discutimos como isso tem relação não só com uma questão que pode parecer ecológica, mas que é também social e educacional”, comenta Carol.

Os princípios que regem o movimento, e que formam a flor da permacultura, entraram na discussão. Os educadores observaram as oito grandes pétalas, que tocam em aspectos econômicos, educacionais e de saúde, por exemplo, e relacionaram os subitens com práticas da Juan Uribe Ensino Afetivo. A educadora exemplifica: “Vivenciamos uma economia baseada na troca durante o Flea Market, nossa feira de troca de brinquedos”.

“O exercício que propus em seguida foi que a gente identificasse coisas que a escola ainda poderia realizar, no sentido de se tornar uma escola mais integrada com os valores da permacultura”, relembra Carol, que dividiu o grupo em quatro times para criar uma horta.

A educadora orientou os colegas a respeito dos padrões de desenho que a permacultura se inspira da natureza, sem deixar de incentivá-los no exercício livre de distribuição das ervas e hortaliças. Quais ervas poderiam entrar ali? Qual relação elas teriam com o cotidiano da escola e dos alunos? “Vi muita gente feliz. Alguns com dúvidas do que colocavam primeiro, mas muito envolvidos, querendo pegar na terra, querendo opinar”.

 

 

 

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